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"NA MINHA ILHA...QUE MARAVILHA YEAH,YEAH,YEAH"

  • Foto do escritor: Antonio Jose Silva
    Antonio Jose Silva
  • 19 de jan.
  • 2 min de leitura

19/01/2026


ALGUMA SEMELHANÇA E ALGUMA COINCIDÊNCIA!?

O verso da música "A Filha da Chiquita Bacana", de Caetano Veloso, que serve de título da REM de hoje, não é por acaso. É uma alusão à ilha de Groenlândia, atual objeto de desejo do 'agente laranja' (D. Trump) que adora jogar Banco Imobiliário e alternar com o jogo War.


"GROENLÂNDIA NÃO ESTÁ À VENDA"

Contra a anexação (ou compra) da Groenlândia por parte dos Estados Unidos, milhares de pessoas reuniram-se sábado (17), na capital dinamarquesa, Copenhague. "Trump vem emulando comportamentos de líderes no pré-Segunda Guerra. Saem os Sudetos, entram a Venezuela e a Groenlândia", diz o articulista Leonardo Sakamoto.

A ideia de "comprar" o território dinamarquês foi tratada como anedota durante o primeiro mandato, porém, neste segundo mandato de D. Trump...


DIREITO INTERNACIONAL

As respeitosas relações mundiais e a convivência entre as nações são, de fato, pautadas por um conjunto de regras, normas e princípios conhecidos coletivamente como Direito Internacional. Esse arcabouço normativo é essencial para manter a estabilidade, promover a paz, regular o comércio e garantir os direitos humanos no cenário global.


FUNDAMENTOS (Carta da ONU)

As relações internacionais baseiam-se em princípios como a igualdade de direitos, a soberania dos Estados, a autodeterminação dos povos e a não intervenção nos assuntos internos de outros países. Donald Trump (o novo dono do mundo) tem rasgado a Carta e esses fundamentos. "(...) Eu transo todas Sem perder o tom".

EM TEMPO - O Direito Internacional surgiu no momento da assinatura do Tratado de Vestfália (ou Paz de Vestfália), em 1648, na Idade Moderna, no qual fora reconhecida a Independência da Suíça e da Holanda.


A PREOCUPANTE MUDANÇA NO "TABULEIRO" INTERNACIONAL

Se tropas norte-americanas desembarcarem na ilha da Groenlândia, à revelia da Dinamarca, a Europa será empurrada para um beco sem saída. Ou aceita a humilhação da submissão ao novo imperialismo norte-americano, ou entra em guerra com Washington. E acontecendo a guerra... Seria o fim da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). E aí, Putin, chegaria ao orgasmo, sem mexer os olhos!


E VIVA O CARNAVAL!

"(...) E a quadrilha toda grita:

Yeah, yeah, yeah

Viva a filha da Chiquita

Yeah, yeah, yeah

Entrei pra "women's liberation front".













 
 
 

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