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A REALIDADE QUE VOCÊ NÃO VÊ

  • Foto do escritor: Antonio Jose Silva
    Antonio Jose Silva
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

24/04/2026


A REALIDADE INVISÍVEL

Vivemos em um mundo que insiste em nos convencer de que apenas o que é visível importa. A "realidade invisível" refere-se a tudo aquilo que existe e influencia a vida humana, mas que não pode ser percebido imediatamente pelos cinco sentidos físicos ou a olho nu. Ela é descrita como uma camada sutil que comanda o que atrai para a vida, abrangendo aspectos energéticos, vibracionais, espirituais e psicológicos.


UMA INTERCONEXÃO POR FIOS INVISÍVEIS

Carl Gustav Jung foi mais do que um psicanalista: ele foi um verdadeiro explorador da alma. Ele não se contentava em ver o inconsciente apenas como um depósito de memórias reprimidas. Jung identificou que há algo mais profundo: o inconsciente coletivo, um reservatório de imagens e padrões universais que moldam nossa existência.


A CIÊNCIA DO SUTIL

A ciência do sutil tenta estudar aquilo que ainda escapa à comprovação física: energias, vibrações, intuições, coincidências significativas. Embora Jung não usasse exatamente esse termo, ele estava profundamente conectado a essa ideia quando propôs o conceito de sincronicidade.


CAMADA VIBRACIONAL

Acredita-se que pensamentos e emoções são frequências de rádio ou sementes que criam resultados no mundo físico. Cultivar pensamentos de medo ou amor emite ondas que retornam como experiências de vida, tornando a pessoa um "maestro de suas vibrações".


MUNDO ESPIRITUAL

Muitas visões indicam que o mundo espiritual é a origem de tudo que existe no natural, sendo o invisível mais real e duradouro do que o visível. Batalhas espirituais e forças como principados e potestades são citadas como parte dessa realidade.


EM SUMA

A realidade invisível é frequentemente descrita como a "causa de todas as causas", onde o verdadeiro poder de criação de vida se encontra, sendo, portanto, um domínio a ser cultivado para influenciar o mundo visível.


E POR FIM

"Há mais coisas no céu e na terra, Horácio, do que sonha a tua vã filosofia".

Essa frase dita por Hamlet quer dizer que há muitas coisas no mundo que se pode explicar ou racionalizar. Também sugere que a imaginação humana é limitada e que existem muitas coisas que não sabemos, coisas que ainda não foram descobertas e, na verdade, coisas que nem sequer sonhamos imaginar.


 
 
 

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