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CAPA DA REVISTA "THE ECONOMIST"

  • Foto do escritor: Antonio Jose Silva
    Antonio Jose Silva
  • há 8 horas
  • 2 min de leitura

17/04/2026


O GRANDE IMPÉRIO EM DECLÍNIO

Análises indicam que os EUA atravessam um declínio estrutural e relativo, perdendo peso econômico, industrial e influência global, com o PIB caindo de 40% (1960) para cerca de 29% do total mundial em 2024.


CORDA PRA SE ENFORCAR

“Nunca interrompa seu inimigo quando ele está cometendo um erro”. O imperador Napoleão Bonaparte teria dito o seguinte: “Nesse caso, vamos esperar 20 minutos. Quando o inimigo está cometendo um erro, temos que tomar cuidado para não interrompê-lo”. Se aplica enormemente aos EUA e a D. Trump. Enquanto isso... Jinping sorri.


UM CAMINHO SEM VOLTA?

A cada ano o peso da influência da economia americana fica menor. Os pessimistas dizem que a continuidade deste processo é irreversível e inevitável e significa o declínio contínuo do império americano. Os otimistas dizem que este processo é natural e até positivo, pois outros países passam a ter responsabilidades com a economia internacional e passam a dividir as responsabilidades globais.


SURTANDO E BLASFEMANDO?

Até ele próprio, Donald Trump, reconheceu que foi errado divulgar a imagem em que aparece claramente como um Jesus Cristo patriótico e apagou a postagem. Mas não deu para apagar as interpretações, até entre aliados, de que a imagem com ares de blasfêmia indica uma tendência à irracionalidade.


"PERDEU O PRUMO". OPS! E JÁ TEVE?

Comprar briga com o papa é outro indício de que Trump anda flertando com ultrapassar as fronteiras da irracionalidade. Mas acusá-lo de ser “fraco com o crime e péssimo para a política externa” é uma grande tolice.


E OS CHINESES COM OLHOS BEM ABERTOS

A China transformou-se de uma economia agrária fechada para a segunda maior potência econômica mundial em quatro décadas, impulsionada pelas reformas de abertura de 1978, investimento estatal, industrialização rápida e entrada na OMC. Com crescimento médio de 8,67% (1989-2026), o PIB superou US$ 18 trilhões, focando agora em tecnologia, consumo interno e "qualidade" sobre quantidade. Enquanto os EUA estão chutando o balde.












 
 
 

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