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  • Foto do escritor: Antonio Jose Silva
    Antonio Jose Silva
  • há 15 horas
  • 1 min de leitura

31/03/2026



DESDE A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

"Utopia Autoritária Brasileira" (2025), do historiador Carlos Fico, analisa como a crença na superioridade militar e o desprezo pela política civil impulsionaram intervenções desde 1889, evidenciando a fragilidade democrática. A obra explícita o intervencionismo crônico das Forças Armadas, unificando a repressão sob uma utopia de "Brasil potência" e ordem.

CONCEITO DE "UTOPIA AUTORITÁRIA"

O termo descreve a convicção militar de que são superiores aos civis, considerados "corruptos" ou "despreparados", justificando intervenções como um suposto "poder moderador". Entenderam?

A CULTURA DOS GOLPES DE ESTADO

Raízes Históricas: A mentalidade remonta ao final da Guerra do Paraguai, consolidando-se com a Proclamação da República, vista pelo autor como o primeiro golpe de Estado dessa sequência.

O SUBTÍTULO

"Como os militares ameaçam a democracia brasileira desde o nascimento da República até hoje". E isso sempre se deu à sombra da impunidade. Mais: alimenta-se, em certos círculos, a fantasia de que golpes e tentativas não foram violentos; de que o Brasil teria, na expressão de certo autor, uma "história incruenta" -- isto é, sem sangue.

OS MILITARES NÃO LARGAM O OSSO

O autor analisa como essa mentalidade persistiu, culminando em ameaças recentes à democracia e na fragilidade institucional contínua. O livro é considerado uma obra essencial para compreender a trajetória da democracia brasileira e a persistência da influência militar na política.

A DEMOCRACIA BRASILEIRA E OS SEUS FANTASMAS

Com uma narrativa fluida e instigante, o referido livro vai além do registro histórico, oferecendo uma reflexão indispensável sobre os desafios da democracia brasileira.

 
 
 
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